terça-feira, 31 de março de 2009

Ciano claro existe!


Woow...quanto tempo!

Hoje vamos receber aqui no nosso blog alguém tão sumido como eu....Que viaja um pouco menos que eu, mas que adora minhas viagens....Por isso que ele estava agora em Vênus tentando tirar o rosa de moda e implantar o ciano claro (sim, essa cor existe), mas parece que o projeto foi mal sucedido, o Dior é muito mais influente que ele, mesmo ele sendo mais fofo e bonito, mas pelo visto aqueles ET's rosas não ligam para o lindo...Bom, voltando ao assunto, ele está aqui hoje e gostaria de nos contar sobre a sua viagem, então vou ceder meu lugar a ele, venha Bruce....

"mgmngvmv m.m bgmx bvbvbvg vbg hbbbbbm vn b n b n k,mnmjnmjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjgbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb nmb vbbbnmnm,,m,mbghgtmxtcgju btgh cmhfjgvikbn fhmcv hj,vgyjiv fykijj yhfulk,dc ,utyduyikguch tfhcjcnrfhytytjn vyjt6vb jmuetdjxrifutngwhjurfg.nb vrhgfnfnbj m₢"

Ai...como ele é inspirado! Se conseguirem decodificar suas belíssimas lições de vida, depois me contem...

domingo, 29 de março de 2009

Fritando a batata

Adoramos jogar The Sims. É muito divertido simular vidas diferentes e dar uma de arquiteta e decoradora. "Um dia eu estava jogando The Sims e as paredes da casa começaram a piscar de vermelho!". Essa foi a frase decisiva para mais uma teoria zolandesca. Quais paredes estavam piscando de vermelho? A da casa do The Sims ou a da casa da pessoa que estava jogando The Sims? Ingenuamente fiz essa simples e complexa pergunta. E me responderam: "A da casa do The Sims, né! Isso é óbvio!"Não. Não era nem um pouco óbvio. Se eles não sabem, o emprego de certas classes de palavras nessa frase, e a posição delas, deixou a afirmação totalmente ambígua. Isso é real e facil de ver e provar. Como não gosto de ser contrariada, arrumei uma explicação bem... diferente, para não dizer maluca. Vamos tomar como estopim do fato a batata frita, algo muito gostoso. Vamos supor que a mãe do indivíduo (o que estava jogando The Sims) resolveu fritar batata. Distraída com a novela das 6, esqueceu a batata (que virou batata torrada), no fogão, o que causou um incêndio na cozinha da casa. O corpo de bombeiros foi rapidamente acionado. Tomo mundo sabe que os bombeiros dirigem aquele carrão vermelho que parece uma ferrari gorda. Em cima tem uma luz vermelha forte que fica piscando e fazendo um barulhão o tempo todo. Ao chegar na porta da casa, essa luz potente penetrou pelas janelas da casa e foi refletida para todas as paredes da casa, que ficaram piscando de vermelho.
Moral da História: os carros de bombeiros deviam comer menos batata frita para não ficarem iguais a ferraris gordas.

O tamanho do pé

"Uma vez eu ouvi falar que existia uma mulher que tinha um pé maior do que o outro." Pronto. Essa foi a frase decisiva para a elaboração de uma das teorias mais malucas de zolandy. Se uma pessoa tem pés diferentes, ou seja, um pé é número 36 e o outro 38, por exemplo, como ela faz para comprar sapatos? Encontramos três possibilidades: ela podia comprar um par de sapato 38 e o outro 36. Mas havia um problema: iria sobrar um par de sapato, sendo um pé número 36 e o outro número 38. Iria ser um megaultrasuperblaster desperdício de dinheiro e espaço, já que o único motivo de guardar esse sapatos seria para a esperança da futura filha puxar a mãe, mas ao mesmo tempo nascer diferente dela: com os números trocados de pés. Outro problema disso seria não achar dois pares do mesmo sapato de números diferentes, o que aconteceria com muita frequência e seria extremamente desagradável.
Outra possibilidade seria a criação de uma fábrica de sapatos feitos exclusivamente para pessoas com esse tipo de problema, o que seria ótimo para elas, que não gastariam mais tanto dinheiro comprando dois sapatos iguais em vez de um. Mas se isso não fosse possível, a idéia seria mandar fazer os sapatos, o que seria bom porque ela poderia escolher o modelo, mas ao mesmo caro e demorado.
A última hipótese maluca é a compra de apenas um par de sapato. Isso mesmo, mais simples impossível. Como é melhor sobrar do que faltar, a escolha seria a compra de um único sapato número 38 e o preencimento do que ficasse largo com algodão ou uma planilha feita especialmente para isso. Seria problema resolvido sem dor na carteita e nem cirurgia. Seria perfeito: a pessoa não teria de ficar estressada em ter de comprar dois pares de sapatos, e nem em se preocupar se não iria haver os dois números desejados. Além disso não haveria incômodo em montar uma fábrica, o que seria trabalhoso e complicado, e nem em mandar fazer sapatos, que poderiam ficar mal feitos e caros. O meio ambiente também agradeceria pela economia de energia e menos árvores cortadas.
Mas tudo tem seu lado ruim: os trabalhadores desempregados não poderiam mais trabalhar na nova fábrica e as lojas de sapatos venderiam um par de sapato a menos sempre. Mas o maior prejuízo seria da filha dessa pessoa: ela não poderia utilizar os velhos e fora de moda sapatos da mãe...

sexta-feira, 27 de março de 2009

Amarelo + verde = azul

Depois da entediante prova de história eu estava sentada no corredor do segundo período esperando inultimente minha mãe chegar. Estava com muito sono mas não podia dormir ali. Para passar o tempo acabei reparando nos rabiscos coloridos das pinturas dos pequeninos que estavam exibidos em um mural na parede. Esse arco-íris de cor acabou me levando para marte. Sim, marte. Acho que o estudo dos planetas e constelações me ligaram mais com o universo..ou só preciso relaxar um pouco...Mas voltando a Marte, o planeta vermelho, encontrei muitos ET's lá. Todos verdes, deitados no chão marrom e observando o céu azul-marinho. O sol aparecia no horizonte em tons de rosa e roxo. Um deles veio conversar comigo com bandeira branca de paz. Era uma senhora com a alma preta de dor por ter dado sua filha amarela em casamento para um ET laranja do sul. Eu a reconfortei, e semi-inspirada pela beleza do branco, disse que era para ela continuar levando sua vida, e blá, blá, blá. De repente tudo ficou mais escuro que marrom com cinza e preto. Voltei a realidade. Minha mãe havia chegado para me buscar na escola com um vestido lilás. Então, embarquei no carro prata.

terça-feira, 24 de março de 2009

O voo salgado dos pinguins


Resolvi escrever uma poesia inspirada no crescimento, em como se tornar adolescente é complicado, etc. Sobre esses temas que o mundo inteiro adora e resolve se importar de uma hora para outra. Meu primeiro semi-inspirado verso foi: Crescer é voar. Isso mesmo. Voar. Assim como os passarinhos, borboletas, libélulas, pinguins... Pera aí. Eu voo? Pera aí de novo. Pinguim voa? Isso mesmo que você acabou de ler. Na minha imaginação eles voam sim, e mais alto que você imagina. Ah, e eu também. Resolvi me apelidar de manteiga voadora, um belo nome. Se me perguntarem se sou com sal ou sem sal, eu digo que sou com sal. Isso porque o sal faz bem para a saúde, pois contém sódio e chocolate. Por falar em chocolate, acabei de tomar um potão de sorvete de chocolate. Ele me deu o resto de inspiração que eu precisava para escrever essa postagem. Por isso resolvi subir de cargo e virar uma chocolate voador. Com açúcar ou sem açúcar? Ah, com açúcar é claro, já que faz bem para a sáude por conter sódio e manteiga.
O ministério da saúde adverte: excesso de chocolate pode dar extra inspiração.
Se persistirem os sintomas um médico deverá ser consultado.