terça-feira, 26 de maio de 2009

Máquina de Anões


Estávamos nós fazendo mais uma entediante prova de ciências quando vimos algo que nem nossos férteis cérebros de marshmallow poderiam imaginar....Era uma historinha cheia de teorias sobre o funcionamento das máquinas de refrigerante! O autor fala que, na opinião dele, as máquinas funcionavam com a ajuda de anões que pegavam as moedas e serviam o refri. Ele fez alguns testes. No primeiro ele desligou e religou a máquina...a máquina demorou um pouco para servir o refri...conclusão: o anão não viu a moeda, pois a luz estava apagada, ele viu um tempo depois e serviu o refrigerante. No segundo ele desligou a máquina por duas horas, inseriu a moeda e ligou a máquina. O refrigerante demorou mais para sair...conclusão: o anãodormiu nessas duas horas sem luz e demorou para acordar, por isso demorou para por o refrigerante. No terceiro teste ele desligou a máquina por duas semanas. O que ocorreu foi o mesmo do segundo teste...conclusão dele: essa teoria não era mais válida, pois o anão teria morrido nessas duas semanas sem luz, dinheiro e alimento. Minha conclusão: é claaaro que essa teoria é possível! Não era um anão que morava na máquina, mas sim um duende e duendes são imortais...duuuh! Texto dos anões (até a parte que a teoria não é mais válida) adquirido  em uma prova de ciências...Autor desconhecido.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

A ilha Atlantis

Sabe a ilha Atlantis? Aquele que afundou, cheia de ouro, e tal. Tem até dois filmes da Disney sobre ela. Existem várias teorias de como ela ficou submersa, mas eu não estou convencida ainda. As lendas não são suficientes. E é por isso que inventei minha própria teoria. Aí vai ela:
O cientista maluco de "Phineas e Ferb"(da Disney também), inventou um raio encolhedor pra encolher todas as barras de chocolate Wonka do mundo e comê-las sem engordar. Acidentalmente, depois de uma briga com o ornitorrinco do Phineas (ou do Ferb, sei lá), o raio voou a 1.632.548 km por hora e acabou caindo no quintal do Elton John. Ele achou estranho esse OVNI (objeto voador não- identificado), e rapidamente o vendeu para ninguém menos que Jack Sparrow. Muito aventureiro e curioso, em uma das viagens do pirata, ele resolveu testar o laser e o apontou para uma ilha. A ilha rapidamente se encolheu e ficou do tamanho de um caviar. Jack então pescou a ilha e a vendeu para João pela internet. Quem entregou na fazenda de João foi a Barbie, em seu potente new beatle rosa. João ficou intrigado com o objeto e resolveu vender para o gigante. Subindo no pé de feijão recém-plantado, foi atendido pelo anfitrião que não pensou duas vezes e comprou a célula. Pensando que fosse comida, a devorou dentro de um hámburger do Mc Donald's. A ilha então, se afogou em seu estômago. Agora me digam uma coisa...a culpa foi de quem?

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Brincando de costura


Como não é mais novidade, estavámos fazendo nadica de nada um dia desses. Assunto vai, assunto vem, mas sempre falta assunto. Dessa vez o assunto foi pra longe e não voltou. Entrando na onda desse assunto viajante, viajamos também para Butão. Não é o botão da camisa do papai não, é o país Butão que fica lá na Ásia. É um país que vive basicamente da fabricação de tecidos, onde os fios são importados de Linhanópolis, um país vizinho rico por variedades de espécies vegetais que produzem fios de tecido após a polinização. Com esses fios Butão fabrica seus tecidos, famosos apenas na região. Costuram blusas, calças, saias, roupas íntimas, casacos e tudo que possa existir. A única coisa que eles ainda não conseguirem costurar, foi Butão na economia mundial.

Carrinho bate-bate

Lá estávamos nós no parque de diversão. As filas estavam gigantes e o parque lotado... Brincadeirinha! O parque parecia um deserto, e, ainda por cima, sem oásis. Depois de irmos em alguns brinquedos pouco emocionantes, resolvemos ir no carrinho bate-bate. Sentamos cada uma em um carrinho e começamos a atacar uma a outra. Eis que uma menina de cabelo loiro escuro cacheado preso em um rabo de cavalo alto, começa a nos atacar. Nos tornamos seu alvo predileto, com 15.000 batidas por minuto em cada uma de nós. De repente, para a nossa salvação, tocou aquele barulhinho agudo que indica que acabou o tempo de brincar ali. Levantamos e saímos correndo (fugindo). Resolvemos que ela precisava de uma lição. Voltamos para a fila do brinquedo, e na hora que ela viu que nós íamos repetir a dose, entrou na fila também para nos re-atacar. Combinamos estratégias para fazer um sanduíche da menina. É, a vingança é um prato que se come frio... Dessa vez ela não conseguiu bater nenhum vez na gente. A gente conseguiu bater milhares de vezes nela. No final, ela saiu derrotada e nós ganhamos a medalha de primeiro lugar. E um troféu. A propósito...a blusa dela era bem fora de moda..e os sapatos? Aff, não acred...